A manhã se esmera
No verde da relva
Naquilo que brota
Recolhendo as suas raízes
Em toda força extraída
Do gesto que retrocede
E Estrugiu na madrugada
Em cinzas dispersos
E em brilho oculto
Reclusos trilhos
Mãos abertas
Para fulgores ásperos
Nada restringe
Tudo reenvia
Ao centro da violência
Ao fogo da distância
Depois de nascituro
Novo esquecimento e ânsia
Espera naufragar de novo a voz
E find’aurora o dia avança
Até sofrer as evasões da luz do dia
Lastrear a cor dessas persistências
E entreter à própria luz;
intermitências
E em tudo esse mesmo fogo atroz
Que tudo repele e irmana
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