quinta-feira, 30 de junho de 2011



A manhã se esmera
No verde da relva

Naquilo que brota
Recolhendo as suas raízes

Em toda força extraída
Do gesto que retrocede

E Estrugiu na madrugada
Em cinzas dispersos

E em brilho oculto
Reclusos trilhos

Mãos abertas
Para fulgores ásperos

Nada restringe
Tudo reenvia

Ao centro da violência
Ao fogo da distância

Depois de nascituro
Novo esquecimento e ânsia

Espera naufragar de novo a voz
E find’aurora o dia avança

Até sofrer as evasões da luz do dia
Lastrear a cor dessas persistências

E entreter à própria luz;
intermitências

E em tudo esse mesmo fogo atroz
Que tudo repele e irmana

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